
A chegada de Carlo Ancelotti à Seleção Brasileira foi vista como um divisor de águas pelos comentaristas do Jogo Aberto. Para eles, o italiano trouxe seriedade, imparcialidade e respeito ao futebol nacional em seus primeiros meses no comando.
“Ninguém duvida da capacidade dele. Quem precisa se provar é a Seleção, não ele”, disse Renata Fan , lembrando que o técnico soma títulos nas principais ligas europeias e agora encara o desafio de liderar o Brasil até a Copa do Mundo.
Aproximação com jogadores
Edu Dracena destacou o perfil próximo do treinador. “Ele gosta do contato no dia a dia, escuta os jogadores e já mostrou isso nas primeiras convocações. Tomara que dê oportunidades para os jovens, porque é importante ver como eles respondem com o peso da camisa da Seleção”, afirmou o comentarista.
Convocações mais imparciais
Ronaldo Giovaneli admitiu que inicialmente era contra a vinda de um estrangeiro, mas mudou de opinião ao ver o trabalho de Ancelotti. “Acabou a papagaiada de empresário. Ele convoca quem quer. Quem quiser estar na Seleção vai ter que jogar muita bola. É o cara que pode trazer um título importantíssimo para a gente depois de mais de 20 anos”, declarou o ex-goleiro.
Experiência de gestão
Cicinho reforçou que o treinador sabe equilibrar estrelas consagradas e novos talentos. “Ele é malandro. Sabe que o Neymar é o Neymar e estará lá quando for preciso. Mas aproveita agora para conhecer atletas que ainda não tinha observado de perto”, avaliou.
O consenso da bancada é que o Brasil passa por um processo de renovação com o peso da experiência internacional de Ancelotti. Para os comentaristas, o trabalho do técnico pode tornar a Seleção mais competitiva e equilibrada na busca pelo hexacampeonato.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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