
Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira (23), o técnico escocês Steve Clarke adotou um tom de mistério sobre como pretende montar a Escócia para enfrentar a Seleção Brasileira pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo .
Apesar do tom enigmático sobre a estratégia que pretende utilizar em campo, Clarke confirmou o desfalque do zagueiro Aaron Hickey , que segue fora de combate.
O defensor se lesionou ainda na estreia do Mundial contra o Haiti e também já havia ficado de fora da derrota sofrida diante de Marrocos . Por outro lado, todos os demais atletas do grupo estão 100% disponíveis para a partida.
A mística do Brasil
Durante a conversa com os jornalistas, Steve Clarke rebateu os rótulos da imprensa escoces e relembrou o sentimento de enfrentar o Brasil.
Questionado se adotará uma postura mais defensiva contra o ataque brasileiro, o comandante ironizou as críticas locais.
"Tenho a imprensa escocesa aqui e eles me criticam por ser conservador demais. Acho que mostramos durante o meu tempo no comando que podemos ser muito flexíveis com o nosso sistema. Para o jogo de amanhã, teremos que esperar para ver, porque não quero dizer ao Carlo [Ancelotti] o que faremo", brincou Clarke.
Para o treinador, o confronto vale também como um grande orgulho pessoal, resgatando memórias de infância.
"Minhas primeiras lembranças da Copa do Mundo provavelmente são da seleção brasileira de 1970, eles eram absolutamente fantásticos. Foi ótimo vê-los jogar, para um garoto crescendo, e você cresce com esse amor pelo Brasil. Mas amanhã à noite, temos que deixar de amar o Brasil e amar a Escócia ainda mais", afirmou o treinador.
Escócia x Brasil: onde assistir
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