
Fora da Copa do Mundo, após derrota para Noruega por 2 a 1 , a Seleção Brasileira deve passar por uma reformulação para o novo ciclo até o próximo Mundial, em 2030.
A eliminação nas oitavas de final deve encerrar o ciclo de pelo menos 10 veteranos da Seleção, todos com 32 anos ou mais neste momento, e com chances baixas de ir à próxima edição.
O principal nome da lista é Neymar, que lutou contra lesões nos últimos meses e quase já não participou da Copa nos EUA, Canadá e México.
Com a maior média de idade da história da Seleção Brasileira em Copas, 28,7 anos, o grupo comandado por Carlo Ancelotti teve uma espinha dorsal experiente, que já disputou outros Mundiais, mas a aposta não deu certo.
Neymar: fim de uma era na Seleção?
Com a eliminação para a Noruega, o maior artilheiro da Seleção em jogos oficiais (80 bolas na rede, no total) deve encerrar a carreira por seleções.
A despedida do astro, no entanto, deve abrir espaço para a consolidação da nova geração do ataque, com nomes como Vinicius Júnior, principal jogador da Seleção atualmente, Endrick, Rayan, Gabriel Martinelli e Estêvão, cortado por lesão.
Goleiros: mudança deve ser completa sob as traves
O gol é o setor em que Ancelotti mais apostou em experiência, mas também o que deve sofrer a reformulação mais profunda para 2030. Os três arqueiros convocados já caminham para a reta final da carreira em alto nível.
Defesa: fim de nomes de confiança
Na defesa, o Brasil se apoia em jogadores que acumulam liderança de vestiário e peso tático desde o início da década. A idade, porém, coloca Danilo, Alex Sandro, Douglas Santos e Marquinhos perto do ponto final em Copas.
Meio-campo: adeus de Casemiro?
À frente da zaga, a proteção que sustentou a Seleção por uma década também deve mudar de mãos.
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