
A Fifa utilizou seu site oficial para divulgar o relatório de transparência com os vencimentos de seus funcionários, revelando os valores recebidos por seu principal dirigente. O salário bruto do presidente da entidade, Gianni Infantino , atingiu o montante de 4,8 milhões de dólares (cerca de R$ 25 milhões) em 2025. Esse valor, que tem previsão de pagamento para 2026, demonstra uma evolução financeira desde que a federação iniciou a política de abertura de dados.
Composição do salário e bônus
Os ganhos de Infantino, que está na presidência desde 2016, são divididos entre uma remuneração fixa e uma parte variável:
A entidade esclarece que o bônus não é fixo e varia anualmente. Para efeito de comparação, em 2019 — o primeiro ano de transparência da Fifa — o dirigente recebeu um total bruto de 2,9 milhões de dólares (cerca de R$ 15 milhões na cotação atual) entre base e bonificações.
Mandato e declarações
Gianni Infantino foi reeleito por aclamação pelas 211 confederações em março de 2023, garantindo sua permanência no cargo até 2027. Durante seu mandato, o dirigente tem lidado com diversas frentes da organização, incluindo debates sobre a Copa do Mundo.
Ao abordar as polêmicas que cercam o torneio mundial , o presidente declarou: "Não somos reis do mundo" . Além da gestão administrativa, Infantino também se manifestou sobre questões técnicas e estruturais, como quando lamentou o corte de um árbitro, pontuando que "não pode mandar nos países-sede" .
A divulgação sistemática desses dados financeiros ocorre desde 2019, acompanhando o atual ciclo de gestão do dirigente suíço-italiano.
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