
Os jornais “The Times" e “The Telegraph” publicaram uma notícia bombástica na manhã desta terça-feira (28) sobre o futuro da Copa do Mundo. Segundo os periódicos, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, planeja vender parte do Mundial para acionistas e investidores. A entidade máxima do futebol confirmou a medida no início da tarde.
A Fifa seria a principal acionista da Copa do Mundo. A ideia de Infantino é vender entre 20% e 30% da competição para investidores das 211 associações que fazem parte da entidade máxima do futebol. O acordo poderia render 15 bilhões de libras (R$ 201 bilhões).
Infantino seria um comissário dessa nova empresa que comandaria parte da Copa do Mundo. O presidente da Fifa, inclusive, já teria entrado em contato com alguns acionistas próximos à gestão de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, aliado forte do italiano. A JP Morgan coordena o processo.
Infantino sofre críticas
Gianni Infantino tem lidado com muitas críticas de figuras importantes do futebol mundial após a Copa do Mundo mesmo conseguindo atingir marcas históricas neste Mundial . Javier Tebas , presidente da LaLiga, e Aleksander Ceferin, mandatário da Uefa, criticaram publicamente o italiano ao longo das últimas semanas.
O caso da anulação do cartão vermelho do atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, também não foi bem visto na comunidade do futebol. A Federação da Bélgica e a Uefa fizeram duas críticas à Fifa pelo episódio.
Mais críticas da Uefa
A Uefa voltou a criticar publicamente a Fifa pela nova ideia de Infantino. Em comunicado divulgado nas redes sociais, a entidade máxima do futebol europeu fez uma alerta para “mais uma linha cruzada” por parte do órgão global.
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