Copa do Mundo

Conmebol 'volta atrás' e diz que trabalha para ter 64 seleções na Copa

Presidente da entidade faz nova declaração nas redes sociais e diz que trabalha para aumentar número de times na disputa; ele havia 'confirmado' a expansão do Mundial em declaração anterior

Da redação

DA REDAÇÃO

21/07/2026 • 14:22 • Atualizado em 21/07/2026 • 14:22

Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol
Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol - Foto: Divulgação / Conmebol

O presidente da Conmebol Alejandro Domínguez usou as redes sociais, nesta terça-feira (21), e declarou que trabalha para que a Copa do Mundo de 2030 seja disputada por 64 seleções.

O posicionamento do gestor do futebol sul-americano vem um dia depois de ele se antecipar a Fifa e declarar que o próximo Mundial, que terá seis sedes, já contaria com o número defendido.

Veja o posicionamento do presidente da Conmebol

"Trabalhamos para que o Mundial 2030 seja disputado com 64 seleções em homenagem ao Centenário da Copa do Mundo.

O futebol de seleções cresce quando se abre ao mundo. A expansão para 48 equipes demonstrou que uma maior participação gera mais oportunidades, impulsiona o desenvolvimento do futebol e converte o Mundial em uma verdadeira festa global.

O Centenário nos brinda uma oportunidade histórica para Acreditar em Grande. Que a Copa do Mundo seja a celebração mais grande que o futebol tenha conhecido."

O que Alejandro Domínguez disse antes

Em um vídeo que celebra a Copa do Mundo de 2030 , Alejandro Domínguez fez um convite aos torcedores, na última segunda-feira (20, reforçando que Argentina, Paraguai e Uruguai vão receber partidas da competição. Ele afirmou que serão 64 seleções na disputa e não 48, como no modelo atual.

“A próxima se joga em casa! Em 2030, vem a Copa do Mundo de Uruguai, Argentina e Paraguai. Uma grande oportunidade para o futebol e para celebrar o centenário da Copa com 64 equipes”, escreveu.

O que diz a Fifa

Inicialmente, a Fifa não confirma o aumento na quantidade de seleções, mas reconhece que o formato com 48 foi um sucesso. Gianni Infantino, presidente da Fifa, confirmou que existem conversas para que a competição seja expandida.

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