Esportes

Craque do PSG admite dificuldade de jogar com Messi, Neymar e Mbappé

Meia português relembra período em que atuou ao lado das estrelas e afirma que o talento individual nem sempre ajudava o coletivo

Da redação

DA REDAÇÃO

08/03/2026 • 16:32 • Atualizado em 08/03/2026 • 16:32

Messi, Mbappé e Neymar
Messi, Mbappé e Neymar - Foto: Sarah Meyssonnier / REUTERS

Um dos destaques do Paris Saint-Germain nas últimas temporadas, o meia Vitinha comentou sobre o período em que dividiu o vestiário com Messi, Neymar e Mbappé. Em entrevista aoCanal 11, o português afirmou que, apesar da enorme qualidade técnica do trio, a convivência dentro de campo também apresentava desafios para o funcionamento coletivo da equipe.

Vitinha chegou ao clube francês em 2022, vindo do Porto, justamente na fase em que o PSG reunia algumas das maiores estrelas do futebol mundial. Naquele momento, o ataque parisiense era formado por Messi, Neymar e Mbappé, trio que carregava grande expectativa de levar o clube à conquista da Champions League.

O meia destacou que o talento dos três jogadores é indiscutível, mas explicou que o futebol moderno exige participação defensiva de todos os atletas. Segundo ele, quando vários jogadores deixam de cumprir essa função, o equilíbrio do time pode ser afetado.

"“Você não pode se dar ao luxo de ter um, dois ou três jogadores que não correm. Eles estão entre os melhores da história, mas isso nem sempre é o melhor para a equipe”, afirmou."

Mudança de filosofia no PSG

Após a saída de Messi e Neymar em 2023 e a posterior transferência de Mbappé, o Paris Saint-Germain passou por uma reformulação. O clube francês passou a priorizar um modelo de jogo mais coletivo, com maior intensidade na marcação e participação de todos os jogadores.

Vitinha explicou que essa mudança ficou evidente nas últimas temporadas, especialmente com o estilo implementado pela comissão técnica, baseado em pressão alta e trabalho conjunto dentro de campo.

O português citou a postura dos atacantes do atual elenco como exemplo da nova mentalidade da equipe.

"“Essa é a diferença do PSG de hoje. Os atacantes pressionam muito. Você vê jogadores como Dembélé e Gonçalo Ramos sendo os primeiros a pressionar no campo de ataque”, concluiu."

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