
A Fórmula E retorna neste fim de semana ao Aeroporto de Tempelhof, na Alemanha , para as rodadas 7 e 8 da temporada de 2026: E-Prix de Berlim. Ao longo dos anos, Berlim já teve 15 vencedores diferentes. António Félix da Costa e Nick Cassidy lideram o ranking local com três vitórias cada.
Porém, apesar de ser o único circuito que estão no calendário desde 2014, a Fórmula E avalia a possibilidade de correr em uma nova pista na Alemanha: o Norisring, um tradicional traçado de rua na cidade de Nuremberg.
Montado no antigo aeroporto da capital alemã, o traçado é conhecido pela versatilidade e pelas constantes mudanças de configuração ao longo dos anos. Com 2,374 km de extensão e 15 curvas, o circuito já recebeu mais de 20 corridas desde sua estreia na temporada 2014/15, tornando-se um dos palcos mais tradicionais da categoria elétrica.
Pontos-chave de ultrapassagem
O circuito de Berlim é conhecido por proporcionar corridas movimentadas, com disputas intensas e múltiplas ultrapassagens — algo típico da categoria. A largura da pista também favorece disputas lado a lado, com carros chegando a dividir espaço em três ou até quatro linhas na zona de frenagem.
Os principais pontos de ataque são:
Confira a programação completa (horários de Brasília):
Sexta-feira (1)
Sábado (2)
Domingo (3)
Mistura de alta velocidade e trechos técnicos
O layout atual combina setores de alta velocidade com sequências técnicas de baixa, incluindo hairpins que exigem forte frenagem e precisão. Essa característica obriga os pilotos a equilibrar agressividade e eficiência energética ao longo da corrida.
Antes da temporada 10, o traçado passou por ajustes para acompanhar a evolução dos carros, que ficaram mais rápidos e potentes. Com isso, o nível técnico aumentou, exigindo ainda mais controle dos competidores.
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