Fórmula E

Felipe Drugovich admite possibilidade de estar no grid da Fórmula E em 2026

Brasileiro fará estreia na categoria neste final de semana, no E-Prix de Berlim; ele substituirá Nyck de Vries na Mahindra Racing

Da Redação, com informações de Letícia Datena

DA REDAÇÃO, COM INFORMAÇÕES DE LETÍCIA DATENA

10/07/2025 • 20:59 • Atualizado em 10/07/2025 • 20:59

Enquanto vive a expectativa de estar no grid da Fórmula 1 na temporada de 2026, Felipe Drugovich fará a sua estreia na Fórmula E neste final de semana, no E-Prix de Berlim, na Alemanha. O brasileiro estará na Mahindra Racing ao lado de Edoardo Mortara e substituirá Nyck de Vires, que disputará as 6 Horas de São Paulo pela WEC, o Mundial de Endurance. Embora seja uma novidade para o piloto de Maringá, a categoria pode ser a sua casa no próximo ano.

Em entrevista exclusiva à jornalista Letícia Datena, Felipe Drugovich admitiu que pode estar no grid da Fórmula E em 2026. O brasileiro, porém, destaca que as etapas em Berlim serão decisivas para uma tomada de decisão.

"Tem a possibilidade sim de eu estar no grid ano que vem. Mas ao mesmo tempo, eu acho que a gente precisa ver como é que vai ser aqui, ver quais vão ser as oportunidades para o ano que vem. Eu com certeza estaria feliz de estar nesse grid, eu acho que é muito profissional, o pessoal daqui, todos os pilotos são de altíssimo nível e acredito que eu, que eu tenho a capacidade de estar aqui e estaria feliz de, de competir aqui o ano inteiro - Felipe Drugovich"

O piloto da Mahindra ainda destacou que não coloca uma grande expectativa para as etapas na Alemanha. As diferenças dos carros e dos esportes - Fórmula E e Fórmula 1 - foram decisivas para Felipe Drugovich colocar os pés no chão, de acordo com o próprio piloto.

“Eu tento manter as expectativas mais baixas possíveis, principalmente nessa hora. É, principalmente porque é um esporte completamente diferente. Acho que o pessoal, às vezes é difícil de entender de fora, mas de dentro do carro é uma coisa muito diferente de qualquer outro tipo de corrida. É quase um jogo de xadrez, eu diria. Então, tem que ser muito inteligente com o gasto da bateria que você tem, o que você pode fazer durante as batalhas que você tem na pista para salvar a bateria. Então eu tento manter a expectativa mais baixa possível, tentando me manter tranquilo”, acrescentou.

Drugovich também revelou como recebeu a oportunidade de correr pela Fórmula E e como foi a conversa com Sérgio Sette Câmara, um dos pilotos brasileiros no grid da categoria junto com Lucas di Grassi.

"“O engenheiro, que é chefe aqui, era o engenheiro chefe da Maserati no passado, e a gente já se conhecia, a gente ficou amigo depois disso. Ele sempre curtiu muito o meu trabalho e, depois que eu tive a oportunidade de, de estar aqui nessa corrida, que o Nyck não poderia comparecer, ele me chamou. Então foi, foi bem simples no final das contas" - Felipe Drugovich"

“Eu conversei um pouco com eles (os pilotos brasileiros). Conversei até mais com o Sérgio. E, primeiramente, estou feliz de estar numa corrida assim com, com três brasileiros na pista. Acho que o que o Sérgio merece isso também, ainda mais que está numa equipe boa agora e, e poder lutar pela vitória. É muito bom para o esporte, ter os três brasileiros aqui representando bem o Brasil”, finalizou.

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