
Lucas di Grassi chega à etapa do México da Fórmula E com expectativa de um desempenho mais sólido, após um final de semana marcado por problemas no E-Prix de São Paulo.
“A corrida de São Paulo não foi boa para a gente. Tivemos problema nos treinos, problema na classificação e, na corrida, não conseguimos colocar o resultado da primeira metade. Ainda assim, terminamos em oitavo, recuperando tudo o que deu errado na classificação", afirmou o brasileiro em entrevista exclusiva à Letícia Datena, nesta quinta-feira (08).
Novo ano, nova perspectiva e a esperança que o trabalho na fábrica vai dar resultado na pista. Essa é a mentalidade de Di Grassi para o E-Prix da Cidade do México, primeira prova de 2026.
"Trabalhei bastante, voltei para a Europa, passei uma semana na fábrica fazendo reuniões, simulador e analisando o que fizemos de errado e o que fizemos de certo para chegar aqui melhor preparado”, relatou.
Di Grassi também comentou as mudanças no circuito do México, em especial a retirada da chicane, destacando o papel dos pilotos nesse processo junto à FIA: “Não foi só um pedido meu e do António Félix da Costa. Para este ano, a curva 1 foi alterada e a chicane foi retirada para dar mais possibilidade de ultrapassagem".
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