A temporada 2025/2026 da Fórmula E marca o início da trajetória de Jean-Éric Vergne na Citroën. Mas antes mesmo do E-Prix de São Paulo que abre o campeonato, o piloto e a equipe já eram velhos conhecidos.
O piloto francês chega após três temporadas na DS Penske, contando também com seis campeonatos (e dois títulos) na Techeetah e um na DS Virgin. A equipe, por sua vez, assume a operação que correu por três temporadas como Maserati.
No entanto, em oito dos dez últimos campeonatos disputados, Vergne correu em equipes com o apoio da DS, marca automotiva de luxo que pertencia à Citroën e que pertence atualmente ao conglomerado Stellantis. A multinacional francesa nasceu da união dos grupos PSA (Peugeot) e Fiat Chrysler, e controla diversas marcas.
Entre as marcas da Stellantis, estão alguns nomes bastante conhecido do automobilismo e do universo automotivo: Peugeot, Citroën, Maserati, Alfa Romeo, Chrysler, DS, Fiat, Jeep, Lancia, Dodge e Abarth, entre outras. E para Vergne, algumas delas já marcaram a trajetória no automobilismo fora da Fórmula E – em especial a Peugeot, com a qual correu no WEC entre 2022 e 2025.
Assim, a chegada à Citroën na Fórmula E teve um quê de familiar para Jean-Éric Vergne. Embora a equipe seja nova, o francês já encontrou muita gente conhecida ao longo da pré-temporada.
“O carro é basicamente o mesmo – você sabe, é um trem de força da Stellantis, então é basicamente o mesmo que eu tive na DS Penske. Obviamente, é uma nova equipe, uma nova fabricante, agora representando a Citroën. Até aqui, tudo bem”, disse Vergne.
“Estou com a DS há muito tempo. Corro também com a Peugeot no endurance. Agora, estou com a Citroën. Então, basicamente, faço parte da mesma família há um bom tempo, agora com um novo projeto, uma nova ambição. Acho que foi uma escolha óbvia para mim e para o time”, acrescentou.
Para começar com o pé direito
O cenário é fundamental para a adaptação de Jean-Éric Vergne à Citroën antes da abertura do campeonato. A temporada começa com o E-Prix de São Paulo, em 6 de dezembro.
Por isso, segundo o francês, a pré-temporada na Espanha foi “muito importante para que a gente pudesse se conhecer, trabalhar bem juntos”. “Quando chegarmos a São Paulo, estaremos prontos para começar a temporada em um ritmo forte”, acredita Vergne, que se mostra ansioso pela prova no Brasil.
“É uma grande corrida, uma grande cidade. Eu adoro ir ao Brasil. É sempre um lugar legal para se estar, e o começo da temporada em São Paulo é ótimo. A pista é divertida. A corrida do ano passado foi bem movimentada. Espero que possamos ter uma corrida mais calma”, completou o francês, nono em 2024.
Mas se Jean-Éric Vergne encontrou tantos conhecidos na Citroën, terá ao menos uma grande novidade: o companheiro de equipe, Nick Cassidy. Os dois substituem a dupla de titulares que defendeu a Maserati em 2024/2025, Stoffel Vandoorne e Jake Hughes, e trabalharão juntos pela primeira vez.
“Nós nos conhecemos há alguns anos, já que corremos um contra o outro na Fórmula E. E estou muito feliz de tê-lo na equipe”, disse Vergne.
“Ele tem sido um dos melhores pilotos da Fórmula E na era Gen3 da Fórmula E, e eu tenho boas coisas para aprender com ele. Acho que somos uma dupla forte, e espero que possamos levar a Citroën ao sucesso no primeiro ano do campeonato”, completou o bicampeão.
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