
O GP da Itália ficou marcado pela incrível dominância de Max Verstappen , pela polêmica ordem de equipe da McLaren entre Lando Norris e Oscar Piastri , e pela quebra de dois recordes da Fórmula 1. Um deles, o oficial, perdurava por 21 anos e pertencia a Rubens Barrichello. O outro, o extraoficial, durou apenas cinco anos e Lewis Hamilton era o dono.
Primeiro, o recorde extraoficial – obtido em sessão classificatória, não em corrida – estava nas mãos de Lewis Hamilton desde 2020. O heptacampeão cravou 1min18s887 no Q3 do GP da Itália de 2020, alcançando uma impressionante velocidade média de 264,362 km/h, a maior já registrada na história da categoria.
Porém, neste final de semana, Max Verstappen matou dois coelhos com uma volta só. Para conquistar a sua 45ª pole da carreira, o tetracampeão marcou 1:18.792, o que significa uma velocidade média de 264.681km/h. Quebrando assim, uma marca que estava com o heptacampeão desde 2020 e, que antes, pertencia a Juan Pablo Montoya.
Por fim, o recorde oficial da pista - obtido durante a corrida - era de Rubens Barrichello desde 2004. Quando ainda estava na Ferrari, o piloto brasileiro cravou 1min21s046. Marca que também foi quebrada neste final de semana, mas dessa vez, por Lando Norris. Na volta 53, com um jogo de pneus macios, o inglês cravou 1:20.901.
Agora, o recorde de volta rápida mais antigo da Fórmula 1 pertence a Michael Schumacher. Durante o GP da China de 2004, o “Barão Vermelho” marcou 1:32.238 no Circuito Internacional de Xangai. A marca completa 21 anos no dia 26 de setembro.
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