O brasileiro Lucas di Grassi , campeão da Fórmula E em 2017 , tem uma longa história com a Audi, seja na categoria elétrica 100% ou no Mundial de Endurance da FIA (WEC).
Natural de São Paulo, Lucas di Grassi mostrou seu talento e foi contratado pela Audi para a temporada de 2013, com o objetivo de disputar as 24 Horas de Le Mans. Com a montadora alemã, foram duas vitórias no WEC e três pódios da lendária prova de La Sarthe. Na Fórmula E, um “caneco” de campeão do mundo e 12 vitórias.
Com 10 anos de ligação com a Audi, explicou por que uma das novas equipes da Fórmula 1 , ao lado da Cadillac, deve precisar de paciência nos primeiros anos.
“A Audi sempre me apoiou, foi onde eu fiz minha carreira, eu tenho um carinho enorme pela marca. Mas eu volto à conversa do que eu falei no começo, que nenhuma equipe começou do zero e teve bons resultados no primeiro ano.”, afirmou o brasileiro.
O campeão da Fórmula E prevê um processo de evolução que pode levar alguns anos para trazer vitórias.
“Eu acho que esse primeiro ano da Audi vai ser um ano que eles vão sofrer bastante, mas eles têm capacidade, têm estrutura para conseguir chegar nos melhores níveis, mas isso vai demorar anos, eu acho que pelo menos uns 2, 3, 4 anos. A Mercedes demorou mais do que isso para vencer talvez a primeira corrida da Fórmula 1, talvez 3 anos para conseguir vencer uma prova", finalizou.
Entrada da Audi na Fórmula 1
A Audi segue avançando nos preparativos para sua estreia na Fórmula 1 em 2026. O último anúncio da montadora alemã foi a Fintech Global Revolut como patrocinadora máster.
Com motores próprios e sob gestão da estrutura que atualmente compete como Stake F1 Team Kick Sauber e que contará Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg como pilotos.
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