
Após ser confirmado pela Racing Bulls para 2026 , Liam Lawson voltou a comentar o início conturbado de sua trajetória na Red Bull, quando substituiu Sergio Pérez no fim de 2024 e encarou apenas duas corridas na equipe principal em 2025.
“No começo do ano eu pensava muito naquela frase de que as coisas acontecem por um motivo. Quando estamos em um momento ruim, tentamos nos convencer disso. Foram só duas corridas, tão rápidas que eu mal lembro delas", afirmou o piloto neozelandês durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (04).
A escolha pela permanência do neozelandês na família Red Bull passou por detalhes: a diretoria avaliou que Lawson respondeu melhor às adversidades. Foi justamente esse teto de desempenho, considerado mais alto que o de Tsunoda após cinco temporadas, que garantiu a ele a vaga. Com isso, terá ao seu lado Arvid Lindblad como companheiro na equipe satélite no próximo ano.
“É difícil, porque sinto por qualquer um que fica fora da F1. Mas ao mesmo tempo, muitos pilotos nunca têm essa oportunidade. Ele teve alguns anos na categoria. É um jogo muito duro — eu aprendi isso também", completou.
Lawson sabe que ainda precisa justificar a aposta da Red Bull para se manter vivo. Em sua primeira temporada completa, o neozelandês ocupa a 14ª posição no campeonato de construtores com 38 pontos conquistados: “Acho que muita coisa que aconteceu este ano me deixou mais forte. Aprendi muito.”
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