O bom desempenho de Isack Hadjar na Racing Bulls em 2025, com direito a um terceiro lugar no Grande Prêmio da Holanda, deu novos ares à indefinição da Red Bull para 2026.
A equipe austríaca ainda não definiu quem será o companheiro de Max Verstappen na próxima temporada. E enquanto Yuki Tsunoda sofre para somar pontos, vê o nome do francês ganhar projeção na hierarquia dos times do conglomerado Red Bull GmbH.
Enquanto a situação não se define, Liam Lawson aconselha Isack Hadjar a se preparar caso seja escolhido. Titular da vaga na Red Bull nas duas primeiras corridas de 2025, o neozelandês reconhece que a posição ao lado do tetracampeão é de muita pressão, mas acredita que o escolhido terá condições de realizar um bom papel.
“É um lugar duro para se estar. Para mim, é difícil olhar para trás e comparar, porque foram apenas duas corridas, mas acho que (o conselho é): prepare-se bem. Eu tentei fazer tudo que podia. Obviamente, você sempre pode fazer melhor as coisas quando você olha para trás. Eu diria (a Hadjar) para ignorar tudo que é dito. Acho que talvez seja falado em excesso sobre como é difícil. No fim das contas, somos todos pilotos. Você precisa ter autoestima suficiente para estar no esporte”, afirmou Lawson em entrevista coletiva nesta quinta-feira (18) às vésperas do Grande Prêmio do Azerbaijão.
“Nós não chegamos aqui pensando que outras pessoas são melhores que nós – do contrário, não estaríamos aqui. Acho que você tem que acreditar em si mesmo. Ele tem feito um bom trabalho neste ano. Se for o caso, apenas se concentre no trabalho, prepare-se o melhor que puder e não escute tudo que é dito sobre como seria. Ninguém sabe de fato, só os caras que já o fizeram.”
Com 38 pontos, Isack Hadjar é o nono colocado do Mundial de pilotos, superando o próprio Lawson (15º, com 20) e Yuki Tsunoda (19º, com 12). O neozelandês, que começou o ano cotado a suceder Max Verstappen na Red Bull, só foi somar pontos a partir do GP de Mônaco, oitava etapa da temporada. Assim, reconhece que mudou o foco da carreira na F1.
“Estamos todos buscando o sonho. O primeiro objetivo é entrar na F1, mas estamos todos aqui para tentar vencer. Passei muito tempo, especialmente entrando (na Red Bull) como piloto júnior, aos 17 anos, apenas pensando em como chegar à Red Bull Racing — era lá que eu via meu futuro. Não que eu tenha esquecido por que faço isso, mas esse era grande parte do objetivo. É mais fácil agora sentar e perceber que o objetivo sempre foi vencer e chegar ao topo, e não precisa ser específico sobre onde isso está”, acrescentou.
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