Lando Norris e Charles Leclerc evitaram trocar acusações após o inusitado incidente entre eles no segundo treino livre do Grande Prêmio de Singapura , nesta sexta-feira (3).
Nos minutos finais da sessão, após uma bandeira vermelha, a McLaren mandou os dois pilotos de volta para a pista. No entanto, o britânico foi atingido pelo monegasco da Ferrari, que também saía dos boxes, e acabou batendo no muro do pitlane, danificando a asa dianteira.
Leclerc, segundo no primeiro treino e nono na segunda sessão, reconhecendo que o dia terminou de maneira agitada. Para o monegasco, o acidente foi resultado de uma mistura de excesso de carros e pressa dos pilotos após liberação dos mecânicos nos boxes.
“Foi um bom primeiro livre e um segundo treino livre muito difícil. O segundo treino livre foi muito bagunçado. O tráfego, as bandeiras vermelhas, o incidente no pitlane... Muitas coisas acontecendo”, analisou Leclerc.
“Foi um pouco de confusão, com duas McLaren saindo. Parecia que elas estavam saindo ao mesmo tempo, então ele (mecânico) pensou que elas iriam mais devagar. Eu não recebi mensagem para parar. Nestes casos, você confia no time”, acrescentou.
“Mas estas coisas acontecem. Foi em um momento imprevisível – com todas as bandeiras vermelhas, todo mundo estava com pressa para sair e fazer voltas. Foi uma combinação de coisas. Não é algo que você queira, mas acontece”, concluiu.
Sexto no primeiro treino e quinto no segundo, Lando Norris lamentou o acidente, mas indicou estar mais preocupado com o desempenho aquém do esperado ao longo do dia.
“Aquilo custou ao time um pouco de dinheiro, é uma pena”, afirmou o britânico. “Foi um dia difícil para mim. Não me senti muito bem com o carro. Senti falta de todos aqueles sentimentos que eu tinha aqui no ano passado. Tem muita coisa para trabalharmos a respeito.”
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