
A Cadillac está chegando à Fórmula 1 . A estreia da equipe acontece na temporada 2026, mas a estrutura vai ganhando forma até lá. Já tem dirigentes contratados , já tem acordo com a Ferrari para fornecimento de motores. Só faltam os pilotos.
A equipe norte-americana tem se movimentado discretamente, mas a agitação nos bastidores existe. São apenas duas vagas de titulares, mas há pelo menos sete nomes cotados para os postos em 2026. Você sabe quem eles são?
Felipe Drugovich
Em brasileiro, o paranaense admitiu conversas com a diretoria da Cadillac , e ainda disse que hoje a lista de pilotos para 2026 é bem menor. ““Acho que tinha uma lista muito grande de pilotos uns meses atrás. Hoje em a lista é muito menor. E feliz em saber que eu ainda estou nela”, disse Drugo à Band .
Mick Schumacher
Bernie Ecclestone já defendeu a presença de Mick Schumacher na Cadillac, principalmente pela presença do nome Schumacher - que, segundo ele, consegue ser mais forte nos EUA do que na Europa.
Porém, um dos principais concorrentes de Drugovich por um lugar no time, o alemão teria sido informado pela escuderia que não será contratado, de acordo com o site Auto Action.
Sergio Pérez
O fim da passagem do mexicano pela Red Bull foi um desastre. Mas Pérez já mostrou que consegue andar bem em equipes menos competitivas e com menos cobranças. De quebra, é um nome que pode ser comercialmente bom para a GM junto ao mercado mexicano e para a própria equipe, graças ao patrocínio forte.
Pérez está ansioso para voltar ao grid e é essa motivação que pode ser muito atraente para as equipes que precisam de um piloto , como, por exemplo, a Alpine. A equipe sofre com o seu segundo carro, que já teve uma troca de pilotos no GP da Emilia Romagna, quando Jack Doohan saiu para dar lugar a Franco Colapinto.
Valtteri Bottas
Assim como a Cadillac busca experiência, Valtteri Bottas também está lá em cima como um candidato genuíno para retornar ao grid da Fórmula 1. Bottas tem 247 Grandes Prêmios em seu currículo, subiu ao pódio 67 vezes — incluindo 10 vitórias em Grandes Prêmios — e conquistou a pole position em 20 ocasiões.
O currículo competitivo pesa a favor, mas o fim da passagem pela Sauber não empolgou: mesmo experiente, não conseguiu contribuir com a evolução da equipe em 2024 e nem conseguiu prevalecer sobre o companheiro Guanyu Zhou. Para 2026, uma volta ao grid depende do aval da Mercedes , da qual o finlandês é reserva em 2025.
O finlandês, de 35 anos, está participando de todas as corridas da Mercedes nesta temporada, está envolvido nas reuniões de engenharia e está desempenhando um papel importante no desenvolvimento do carro para 2026.
Bottas também tem três anos de experiência pilotando motores Ferrari, que a Cadillac usará nas temporadas iniciais, durante seu tempo na Sauber.
Nomes fora da lista da Cadillac para 2026
Houve muita conversa sobre a Cadillac contratar um piloto americano em 2026 e, embora não seja impossível — e eles estejam ansiosos para trazer talentos americanos. No que depender de Mario Andretti , a contratação de Colton Herta seria uma prioridade para a futura equipe Cadillac na Fórmula 1 . Porém, o nome já esfriou.
Acredita-se que a lista de pilotos já não inclua mais Zhou Guanyu, ex-piloto da Sauber que foi substituído por Gabriel Bortoleto em 2025, e Daniel Ricciardo, que saiu da Racing Bulls no meio da temporada de 2024.
Cadillac usará motores Ferrari em 2026
A Ferrari confirmou que será a fornecedora oficial de motores e da caixa de câmbio para a equipe General Motors/Cadillac em sua entrada na Fórmula 1, a partir da temporada de 2026. O acordo deve vigorar até 2027, já que no ano seguinte a equipe americana planeja usar os próprios motores.
Peças-chave da Cadillac na Fórmula 1
Além de pilotos e motores, uma equipe de Fórmula 1 precisa de peças-chave para funcionar , ou melhor, pessoas-chave. A Cadillac está recrutando ativamente, buscando contratar aproximadamente 600 pessoas para a nova equipe, todas elas para serem coordenadas pelo chefe de equipe, Graeme Lowdon.
O piloto de 59 anos tem vasta experiência em automobilismo, incluindo o cargo de presidente e diretor esportivo de uma equipe de Fórmula 1 que começou como Virgin Racing em 2010. Lowdon deixou a operação no final de 2015, quando ela era chamada de Marussia, tendo sido fundamental na ressurreição do time após seus problemas financeiros nos últimos estágios da temporada de 2014.
Sua paixão pela Fórmula 1 permaneceu, no entanto, e depois de atuar como consultor de automobilismo por vários anos, ele retornou ao paddock há três anos, após desempenhar um papel fundamental em ajudar Zhou Guanyu a se tornar o primeiro piloto chinês a conseguir uma vaga em tempo integral na F1.
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