
A Alpine viu uma nova especulação ganhar força a respeito de seu futuro na Fórmula 1: as possíveis entradas de Christian Horner , ex-chefe de equipe da Red Bull , e Bernie Ecclestone , ex-CEO da F1, como sócios. Mas os envolvidos nas duas pontas das especulações agiram rapidamente para afastar as especulações.
Demitido da Red Bull em julho, Horner tem destino incerto na F1. E menos de um mês depois do fim do ciclo, já durante o fim de semana do Grande Prêmio da Hungria, o britânico passou a ter seu nome especulado na Alpine.
Segundo a imprensa internacional, a equipe da Renault estaria na mira de uma parceria entre Horner e Ecclestone. A dupla seria responsável por comprar uma parte das ações da operação, de acordo com o site Motorsport.com – que não informou, porém, se a compra transformaria Horner e Ecclestone em acionistas majoritários da operação.
Em entrevista à Sky Sports em Hungaroring, Bernie Ecclestone ironizou as informações.
“Acho que há mais chances de Lewis (Hamilton) vencer o oitavo título do que disso acontecer”, comparou. O heptacampeão é apenas o sexto colocado do Mundial de pilotos em 2025, com 106 pontos.
Para Ecclestone, não há certeza nem mesmo se Christian Horner voltará à Fórmula 1 no futuro.
“Não sei como e onde ou o que ele quer. Provavelmente ele não quer. Porque a posição que ele realmente queria na Red Bull era ser dono de parte da equipe. A menos que ele consiga alguém que coloque dinheiro para comprar um time, não vejo isso acontecendo”, completou.
Por parte da Renault, não há interesse em tirar a marca Alpine do grid a curto prazo. O novo CEO do conglomerado francês, François Provost , assegurou nesta segunda-feira (4) que o time permanecerá na F1 nos próximos anos.
“A Fórmula 1 é parte integral de nossa estratégia fundamental para a Alpine. Não tenho a intenção de mudar isso”, disse Provost ao assumir o posto e apresentar o balanço financeiro de meio do ano na Renault.
“A única prioridade para a equipe de Formula 1 é melhorar o desempenho. Melhorar a performance em 2025, mas especialmente em 2026, com as novas regras”, completou. Em 2026, o time deixará de correr com os motores próprios da Renault e adotará unidades de potência da Mercedes.
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