Fórmula 1

Bortoleto faz balanço de 1º ano na F1 e explica dificuldades em Abu Dhabi

Piloto brasileiro, que largou na sétima posição no Circuito de Yas Marina, revelou problemas no carro durante toda a corrida

Da redação

DA REDAÇÃO

07/12/2025 • 17:42 • Atualizado em 07/12/2025 • 17:42

A primeira temporada de Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 chegou ao fim com um Grande Prêmio de Abu Dhabi marcado por dificuldades. O brasileiro largou em sétimo, mas enfrentou problemas debouncing(quicar em português) e terminou em 11º.

“A verdade é que eu não sei porquê, mas a gente estava… não sei como fala em português, bouncing, né? O termo é ‘quicando’. O carro estava quicando muito. Não sei porquê. Nas simulações de corrida que a gente tinha feito ontem, a gente não teve nenhum problema com isso, e agora praticamente a corrida inteira eu tive isso. Não sei se foi algum problema desde o começo", explicou.

Bortoleto também comentou sobre as dificuldades crônicas do modelo usado pela equipe nesta temporada, especialmente no ritmo de corrida.

“Talvez o tempo já acabou, a temporada acabou, a gente não vai mais usar esse carro ano que vem — graças a Deus — porque é difícil. A gente sabe como talvez dê para colocar uma volta na classificação, mas de corrida realmente o ritmo é sempre difícil" desabafou.

Balanço do ano e Audi em 2026

Em sua temporada de estreia na Fórmula 1, Gabriel Bortoleto encerra o ano na 19ª posição no campeonato de pilotos, com 19 pontos conquistados e cinco abandonos (Austrália, Miami, Inglaterra, São Paulo e Las Vegas). O melhor resultado do brasileiro foi conquistado no Grande Prêmio da Hungria, disputado em agosto desse ano.

“Foi um ano bom, mas é difícil muitas vezes a gente mostrar isso quando a gente não consegue ter o carro para fazer isso. Muitas vezes eu tive classificações muito boas, mas o melhor que dava para ir era um Q2, um 14º. Teve classificações iguais à de ontem, que a gente foi sétimo e parece excelente, mas isso depende muito da pista. O nosso ritmo de classificação aqui era muito bom, mas o ritmo de corrida, não.”

Bortoleto encerrou a conversa com um tom otimista, projetando evolução uma evolução com a despedida da Sauber na Fórmula 1, para a chegada da Audi.

“Acho que a gente vai para a próxima — que no caso é ano que vem. Carro novo, tudo novo e, se Deus quiser, vai ser um ano de muito aprendizado, um ano que eu consigo colocar muito do que eu aprendi agora e ir para cima e me divertir.”

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