Entretenimento

Relembre a trajetória de César Tralli até assumir a bancada do Jornal Nacional

William Bonner se despede do telejornal, e Tralli assumirá o posto de âncora ao lado de Renata Vasconcellos

Da redação

DA REDAÇÃO

01/09/2025 • 23:07 • Atualizado em 01/09/2025 • 23:07

César Tralli
César Tralli - Foto: Divulgação/ Manoella Mello/Globo

William Bonner se despede da bancada do Jornal Nacional nesta segunda-feira (1). São 29 anos como apresentador e 26 anos acumulando também a função de editor-chefe. O jornalista anuncia que ficará no comando do telejornal até 3 de novembro, quando César Tralli assumirá o posto de âncora ao lado de Renata Vasconcellos.

Como editora-chefe do JN, assumirá a atual editora-chefe adjunta do JN e parceira de Bonner há seis anos nesta função, Cristiana Sousa Cruz. E, a partir do ano que vem, William Bonner se juntará à Sandra Annenberg na apresentação do Globo Repórter.

César Tralli, disse ao G1 que o desafio de apresentar o Jornal Nacional é uma honra: “Me sinto extremamente honrado. E, ao mesmo tempo, desafiado pela responsabilidade desta nova função. Estou na Globo há quase 33 anos e lá atrás, quando ainda era jovenzinho, já fazia reportagens pro JN. Acompanhei a chegada do William na bancada do Jornal Nacional e por muitos e muitos anos fiz matérias especiais pro JN”, relembra.

O apresentador conta que recebeu o convite e a missão com absoluta felicidade e serenidade. “Agora, nunca jamais me passou pela cabeça suceder o William. Meu foco sempre foi o presente. Cumprir muito bem-feito minhas atribuições. Sou muito exigente comigo mesmo. Espero, portanto, honrar a nova missão no JN”, concluiu.

Relembra a trajetória de César Tralli

O jornalista César Tralli nasceu em São Paulo, em 23 de dezembro de 1970. É descende de uma família simples, de origem italiana e sempre estudou em escolas públicas. Formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP, Tralli começou sua trajetória profissional na Gazeta Esportiva e passou pela rádio Jovem Pan, SBT e Rede Record, antes de ingressar na Globo em 1993.

Aos 24 anos, tornou-se correspondente internacional, atuando em Londres por cinco anos. Nesse período, realizou coberturas relevantes como o assassinato do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin, os dez anos da tragédia de Chernobyl e o funeral da Princesa Diana, experiências que resultaram no livro Olhar Crônico, publicado em 2001.

Como repórter especial da Globo, ganhou o Prêmio Embratel de Jornalismo na categoria Televisão pelos casos de corrupção envolvendo o ex-prefeito Paulo Maluf; Prêmio Comunique-se como melhor repórter de vídeo do país; Grande Prêmio Rede Globo de Televisão por sua investigação nos casos Máfia dos motoristas, Acidente com avião da TAM e Prisão Law e, depois, o Troféu Barbosa Lima Sobrinho por uma série de reportagens exibidas no 'Jornal Nacional' sobre a adulteração de combustíveis.

Em 26 de setembro de 2011, César Tralli assumiu a apresentação do 'SP1', onde foi âncora por uma década. No dia 30 de outubro de 2021, o jornalista assumiu, oficialmente, a ancoragem do 'Jornal Hoje', no lugar de Maju Coutinho, e logo depois o Jornal GloboNews - Edição das 18h.

César Tralli também fez coberturas esportivas

Tralli fez também matérias esportivas em Copas do Mundo, Olimpíadas e nos Jogos Pan-Americanos. Em 1994, cobriu a Copa do Mundo nos EUA. Depois, fez parte da equipe enviada para cobrir a Copa da França (1998), a da Coreia e do Japão (2002), a da Alemanha (2006) e a da África do Sul (2010). Esteve também nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004), de Pequim (2008) e de Londres (2012).

Genro da “Garota de Ipanema”

Casado com a apresentadora Ticiane Pinheiro , o jornalista tem uma filha de cinco anos com a esposa, a Manu. Ele também é genro da ex-modelo Helô Pinheiro e padrasto de Rafa Justus, filha de Ticiane com o empresário Roberto Justus.

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