
A quadra da Viradouro explodiu em festa com o retorno de Juliana Paes ao posto de rainha de bateria. Recebida com entusiasmo pela comunidade, a atriz descreveu a emoção de voltar ao Carnaval como algo surpreendente. “Tá sendo inesperado tudo isso. Eu juro por Deus que eu tô assim, meio boba com tudo o que tá acontecendo”, disse, em entrevista ao Melhor da Tarde.
O convite partiu de Cissa, mestre de bateria da escola e homenageado do enredo deste ano. “Quando ele me ligou, eu tinha descoberto há pouco que seria o homenageado. Achei lindo demais, porque a gente tem que enaltecer os gênios em vida. Quando ele me convidou, fiquei sem palavras. A boca secou, eu não sabia o que dizer”, contou Juliana.
Amor pelo Carnaval e pela Viradouro
A atriz explicou que, mesmo quando não estava desfilando, nunca deixou de acompanhar os desfiles da escola. “Eu amo o Carnaval, eu amo a emoção da bateria. Eu me sinto viva quando a bateria toca perto de mim. Pra mim, é dopamina pura. É felicidade”, afirmou.
Juliana lembrou ainda da sua ligação antiga com a Viradouro. “Morava aqui perto e vinha sempre para a quadra. Foi aqui que encontrei amigos e me senti pertencendo a um lugar. No início, eu era anônima, não tinha nada de Juliana Paes ainda. Depois, quando comecei a ter visibilidade, me convidaram para desfilar. Já vim em várias alas, até chegar à bateria. A Viradouro sempre fez parte do meu coração de carnaval”, destacou.
Reação da família e herança cultural
A volta foi celebrada também pela família. Juliana contou que o marido, Dudu, foi o primeiro a incentivá-la. “Achei que ele fosse perguntar se eu tinha certeza, mas a reação foi imediata: ‘Você gosta? Você ama a Viradouro? Vai!’”, relatou. A atriz planeja levar os filhos aos próximos ensaios: “Eles precisam viver essa cultura, sentir a emoção que eu sinto”.
Inspiração em Luma de Oliveira
Questionada sobre a tradição das rainhas de bateria, Juliana reconheceu a importância de figuras que marcaram época, como Luma de Oliveira . “Ela teve desfiles icônicos, como aquele em que usou a coleira com o nome do marido. Foi histórico, parou o país”, disse.
E ao ser perguntada se faria o mesmo, Juliana respondeu com naturalidade: “Não teria problema nenhum. Só o nome. Eu com o dele e ele com o meu. Direitos iguais, amor. A gente trabalha com direitos iguais”.
Juliana afirma que encara o retorno como um recomeço: “Estou me sentindo como se fosse a primeira vez que piso aqui. É uma emoção indescritível”.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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