Melhor da Noite

"Ele assusta", diz semifinalista do MasterChef sobre rigor de Jacquin

Em visita ao Melhor da Noite, competidores falaram sobre a pressão da reta final e a dificuldade de impressionar os jurados do talent show da Band

Da redação

DA REDAÇÃO

06/11/2025 • 04:13 • Atualizado em 06/11/2025 • 04:13

A reta final do MasterChef Confeitaria está com os ânimos à flor da pele na tela da Band. Para comentar sobre os desafios da competição, os semifinalistas ítalo Andrade e Luiza Vilhena marcaram presença no Melhor da Noite e revelaram os bastidores do programa em uma conversa com Pâmela Lucciola e Felipeh Campos.

Os confeiteiros, que disputam o troféu mais cobiçado da gastronomia doce, foram unânimes ao descrever a tensão de cozinhar contra o relógio e sob o olhar crítico dos jurados.

O ponto alto da conversa foi quando uma das semifinalistas confessou que o rigor de um jurado em especial a deixava desestabilizada no início da competição: Erick Jacquin.

"Eu tinha muito medo dele", admitiu a confeiteira.

Ela explicou que a fama de exigente do chef francês aumentava o nervosismo antes mesmo de apresentar suas sobremesas. "Você fica ali, esperando ele provar, e o coração dispara. Ele é muito sério na hora de avaliar, não deixa passar nada", disse, arrancando risos dos apresentadores.

Para alcançarem a semifinal do MasterChef Confeitaria, os participantes enfrentaram desafios complexos, que exigiram técnica e criatividade, desde bolos monumentais até a reprodução de clássicos da pâtisserie francesa.

"Você estuda muito em casa, mas quando a porta daquela cozinha abre, parece que você esquece tudo", brincou um dos cozinheiros. "É uma maratona. Chegar até aqui já é uma grande vitória para todos nós."

Felipeh Campos quis saber qual havia sido o momento mais difícil para eles até aquele ponto da disputa. As respostas variaram, mas a má gestão do tempo foi apontada como um consenso.

A pressão do relógio e a busca pela perfeição

"Sem dúvida, o relógio é o pior inimigo ali dentro", afirmou um dos semifinalistas. "Às vezes, uma receita que você faz tranquilamente em duas horas na sua casa, ali no programa você tem 45 minutos. É preciso ter muito planejamento e, principalmente, sangue frio."

Outro ponto destacado pelo grupo foi a dificuldade constante de inovar e surpreender os jurados, que esperam sempre um nível de excelência.

"O MasterChef não é só sobre fazer o básico bem feito. Você precisa mostrar a sua identidade, a sua criatividade em cada prato. E conseguir fazer isso sob pressão, muitas vezes com ingredientes que você nunca viu na vida, é o grande desafio", explicou uma das finalistas.

A participante que confessou o "medo" de Jacquin completou dizendo que, apesar do nervosismo inicial, aprendeu muito com as avaliações do chef. "Depois de um tempo, você entende que a crítica dele, mesmo quando é dura, é sempre para te fazer crescer. Hoje eu não tenho mais medo, tenho um respeito gigantesco. Mas que ele assusta, ele assusta", brincou.

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