A jornalista Rachel Sheherazade , do elenco do MasterChef Celebridades, enfrenta uma barreira que vai além da complexidade das provas dotalent show.Em entrevista exclusiva ao Band.com.br , a participante revelou ter uma restrição alimentar que pode representar uma desvantagem técnica durante a competição gastronômica.
“Eu sou alérgica a pratos que levem crustáceo, então eu não posso comer frutos do mar. Por isso, eu não provo”, relata a participante no bate-papo. “As poucas vezes em que eu fiz camarão para os meus filhos, por exemplo, eu não provei.”
A competidora reconhece que essa limitação pode ser um obstáculo significativo na disputa. Por isso, a confiança terá que ser depositada inteiramente na técnica e na intuição, já que o paladar não poderá ser utilizado como guia nesses preparos específicos. "Talvez seja uma dificuldade acertar isso no programa, mas vou fazer o meu melhor", avalia Rachel.
Uma relação tardia com as panelas
Rachel chega à cozinha do MasterChef com uma bagagem culinária construída recentemente. Diferente de participantes que cozinham desde cedo, a jornalista descreve sua conexão com a gastronomia como algo "muito tardio". O interesse pelo preparo de alimentos surgiu há apenas três anos, motivado mais pela necessidade materna do que por um hobby antigo.
Ela relembra que, embora tivesse uma referência de qualidade em casa, não colocava a mão na massa durante a juventude. "Minha mãe cozinhava muito bem, ela fazia tudo, mas eu nunca participei, porque eu fui criada pela minha avó", explica.
A mudança de postura ocorreu quando sentiu o desejo de agradar os filhos com pratos feitos por ela mesma. Foi nesse momento que a jornalista recorreu às memórias e aos registros familiares para começar a se aventurar no fogão. "Aí eu comecei a me aventurar sozinha, olhando as receitas e consultando o livrinho da minha mãe", conta.
Culinária de afeto e simplicidade
Ao definir seu estilo na cozinha, Rachel demonstra modéstia e afasta a imagem de uma cozinheira técnica. Para ela, o seu trunfo não está em conhecimentos profundos de gastronomia, mas sim na dedicação depositada em cada preparo. A participante define seu nível de habilidade como básico, focado no conforto e no carinho característicos da comida caseira.
"O meu conhecimento na cozinha é muito superficial. Eu consigo cozinhar o básico, mas o que eu faço é com muito carinho, muito amor e muita dedicação. A minha culinária é a da dona de casa comum", define a jornalista.
Competitividade e respeito aos adversários
Apesar da humildade ao descrever seus dotes culinários, Rachel deixa claro que não entra no jogo apenas para participar. Ela se autodefine como uma pessoa "supercompetitiva" e garante que seu objetivo final é a vitória. No entanto, ela ressalta que sua busca pelo troféu é pautada por princípios rígidos de conduta.
"Eu entro para ganhar, mas eu também sou uma pessoa muito ética: eu só gosto de ganhar se eu for realmente merecedora", afirma.
Para a participante, o ambiente de disputa não exclui a boa convivência. Ela projeta uma interação respeitosa com os demais integrantes do elenco, valorizando o jogo limpo. "Eu gosto da competição sadia e justa. Eu vou dar o meu melhor e vou respeitar os meus colegas", pontua.
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