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Anitta lança 'EQUILIBRIVM', disco com referências do candomblé e MPB

Oitavo álbum da artista reflete sobre espiritualidade, amor e empoderamento feminino om participações especiais

Da redação

DA REDAÇÃO

17/04/2026 • 11:40 • Atualizado em 17/04/2026 • 11:40

Anitta mergulha no candomblé e no amor em "EQUILIBRVM"
Anitta mergulha no candomblé e no amor em "EQUILIBRVM" - Foto: Divulgação/Mar+Vin

A cantora Anitta lançou no fim desta quinta-feira (16) o álbum "EQUILIBRIVM", oitavo na carreira da artista. Com referências do candomblé, da Música Popular Brasileira e mais pessoal, a cantora explora novas sonoridades além do funk e do pop.

O disco conta com participações especiais, como Shakira , Liniker, Marina Sena, Luedji Luna, Ebony, Papatinho, Rincon Sapiência, King Saints, Melly, Os Garotin, Los Brasileros, Ponto de Equilíbrio e Emanazul.

Para Anitta, o álbum tem intenções claras, mas é muito sutil. "Não estou cantando exatamente sobre religiões ou dogmas, mas sobre amor, cura e cultura brasileira”, diz em nota. A ideia da cantora, que é candomblecista, é falar além dos orixás, santos e outras figuras. "Quero falar sobre os fundamentos que eles nos trazem", diz.

Referências da MPB e uma 'gira de energias'

Anitta decide trazer as próprias crenças para o álbum. Na faixa de abertura, "Desgraça", a cantora mergulha na energia da figura da Pombagira , com a letra fazendo referência a pontos, as encruzilhadas e as sete saias da entidade.

Já em "Mandinga", cantada ao lado de Marina Sena , o clima de magia e feitiço é colocada, com um sample de "Canto de Ossanha", famosa na voz de Vinícius de Moraes .  Em "Ternura", Anitta faz uma reverência à Oxum, orixá da cantora. A música usa um hang pan, instrumento que tem um som semelhante a água, rio e cachoeira.

Em "Bemba", não é diferente: Anitta e Luedji Luna celebram a cultura e costumes da Bahia e a força da ancestralidade que resiste no estado, que é considerado o berço das crenças de matriz africana, como umbanda e camdomblé. E longe de se afastar do funk, Anitta também investe no ritmo em "Meia-Noite", onde ela canta como a própria Pombagira.

Em nota, ela afirma que a faixa é um "funk potente e poderoso". "Para que eu pudesse cantar no show sentindo como se fosse a própria Pombagira falando dela mesma", diz. Na 'gira de energias' de Anitta, ela ainda canta "Nanã", que exalta Nanã de Buarque, a mais velha dos orixás femininos.

Tracklist de "EQUILIBRIVM"

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