
Começa nesta segunda-feira (12) o pagamento do IPVA 2026 para proprietários de veículos no estado de São Paulo. O cronograma, estabelecido pela Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo (Sefaz-SP), define prazos baseados no final da placa do veículo e oferece condições diferenciadas para quem optar pela quitação antecipada ou pelo parcelamento.
De acordo com as regras da Sefaz-SP, o contribuinte que escolher pagar o imposto à vista, em cota única, terá um desconto de 3% . Esta vantagem é válida para diversas categorias, incluindo automóveis, motos, caminhonetes, ônibus e micro-ônibus. Quem preferir o parcelamento poderá dividir o valor em até cinco vezes, mas sem o abatimento no total.
Alíquotas e consulta de valores
As alíquotas do imposto para 2026 permanecem inalteradas em relação ao ano anterior. Carros de passeio pagam 4%, enquanto motocicletas, caminhonetes de cabine simples e ônibus têm alíquota de 2%. Para caminhões, o índice é de 1,5%, e veículos de locadoras pagam 1%.
Para saber exatamente quanto terá de desembolsar, o proprietário pode consultar o valor venal do veículo por meio do Sistema de Veículos (Sivei) no site da Sefaz-SP. Já o valor exato do imposto está disponível nos canais de Internet Banking, caixas eletrônicos ou na página oficial da secretaria, bastando informar o número do Renavam.
Como realizar o pagamento via Pix
A Sefaz-SP recomenda o uso do Pix como forma preferencial de pagamento para garantir rapidez e confirmação imediata. Para utilizar essa modalidade, o cidadão deve gerar um QR code exclusivamente no site oficial da secretaria. O recolhimento pode ser feito em mais de 900 instituições financeiras, facilitando a vida de quem utiliza bancos digitais. Veja outros métodos:
Riscos e multas por atraso
A inadimplência do IPVA gera consequências imediatas para o bolso do contribuinte. O atraso no recolhimento implica multa diária de 0,33% e juros baseados na taxa Selic. Após 60 dias de atraso, a multa é fixada em 20% do valor total do imposto devido.
Caso o débito persista, o nome do proprietário pode ser inscrito na Dívida Ativa e no Cadin Estadual. Essa situação impede a utilização de créditos da Nota Fiscal Paulista e pode levar a cobranças judiciais mediante protesto pela Procuradoria Geral do Estado. Vale lembrar que o licenciamento do veículo também fica condicionado à quitação do imposto.
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