
Após mais de um mês e meio de greve dos servidores da UERJ, alunos e responsáveis reclamam da falta de respostas por parte da instituição. A paralisação dos docentes teve início no dia 25 de março. Em seguida, os técnicos aderiram ao movimento.
Além da universidade, o Colégio Aplicação da UERJ, que atende a mais de 1.100 alunos, também foi afetado. O ano letivo da unidade de ensino começou no dia 9 de fevereiro, mas os alunos tiveram apenas cerca de 30 dias de aula antes da paralisação dos servidores, já que, durante o período, as classes também foram suspensas pelo Carnaval.
Bárbara Lourenço é mãe de uma aluna do 2º ano do Ensino Fundamental do colégio e se preocupa com o desenvolvimento do ensino da filha diante da incerteza da greve.
A insegurança no calendário também prejudica os universitários, como explica o estudante de Jornalismo da UERJ, Diego Oliveira.
O Governo do Estado e representantes da UERJ vão se reunir novamente em duas semanas para dar continuidade às negociações para o fim da greve dos servidores da universidade.
Na última sexta-feira (8), as partes se reuniram e algumas propostas apresentadas pelo Estado foram discutidas, entre elas: aumento no valor do auxílio alimentação, 11% de recomposição parcelada em duas vezes e antecipação da primeira parcela do 13º salário para final de maio.
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