
A professora Monique Medeiros, ré pela morte do filho, passa mal e precisa de atendimento médico durante o quinto dia de julgamento do caso Henry Borel, no Tribunal de Justiça do Rio.
Ela se sentiu mal ao ver imagens do corpo do filho no IML sendo apresentadas durante a sessão.
A situação ocorreu durante o depoimento do perito Luiz Carlos Leal Prestes, que assinou um parecer técnico apontando que o menino morreu com uma série de lesões causadas por espancamento.
A oitiva do profissional segue em andamento. A expectativa é que, depois dele, o médico legista Luiz Airton Saavedra de Paiva também seja ouvido.
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