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Flanelinhas que atuam em pontos turísticos do Rio são alvo de operação da SEOP

A reportagem da Band flagrou a ação ilegal dos guardadores de carros nos arredores do Pão de Açúcar

REBECCA HENZE

01/09/2025 • 17:37 • Atualizado em 01/09/2025 • 17:37

Por causa das denúncias, a Secretaria Municipal de Ordem Pública realizou uma operação
Por causa das denúncias, a Secretaria Municipal de Ordem Pública realizou uma operação - Foto: TV BAND

Flanelinhas que atuam em pontos turísticos do Rio são alvo de operação da Secretaria Municipal de Ordem Pública. A reportagem da Band flagrou a ação ilegal dos guardadores de carros nos arredores do Pão de Açúcar, na Urca, na Zona Sul da capital fluminense.

Em rua internas do bairro, foi possível observar a forma de agir deles, como o momento da abordagem aos motoristas e os preços abusivos oferecidos.

Dinomar Ferreira é caminhoneiro e frequentador do local. Ele diz que tem medo de não pagar o valor cobrado.

"se não pagar o que eles querem, volta quebrado"

O casal Edilane Gomes e Alexandre Monteiro veio de Petrópolis, cidade da Região Serrana. Eles contaram que foram coagidos a pagar R$ 50 por uma vaga.

"a gente veio para passear, e não para passar por isso"

Leandro Degregori é turista e também por essa situação em outros pontos turísticos na cidade.

"no Cristo redentor me cobraram 50 reais"

Por causa das denúncias, a Secretaria Municipal de Ordem Pública realizou uma operação na região do Pão de Açucar e na Feira da Glória. No total, dois homens foram detidos e 16 veículos autuados.

Um homem foi conduzido para a Delegacia de Botafogo acusado de extorsão. Ele cobrava 50 reais para que motoristas utilizassem um estacionamento em frente à Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, na Urca.

No mesmo dia, outras oito pessoas que atuavam como flanelinhas foram encaminhados para a delegacia por policiais militares na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, e na Rua do Russel, na Glória. Durante a ação, uma tesoura foi apreendida.

O Leonardo Fulco é guardador regularizado e se preocupa com a repercussão negativa desses casos.

"eles colocam o colete e fingem estar legalizados"

Segundo a Prefeitura, só é permitido atuar em áreas regulamentadas do Rio Rotativo, com crachá e talão. Em caso de cobrança abusiva ou extorsão, a orientação é acionar as forças de segurança.

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