
O possível caso de infecção por gripe aviária em um paciente do município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, foi descartado pela Fundação Oswaldo Cruz. Os testes para identificar a presença do vírus influenza aviário H5N1 foram realizados pelo Instituto Oswaldo Cruz.
Os exames descartaram infecção da amostra por diferentes linhagens de influenza, incluindo variantes humanas e aviária, e outros vírus respiratórios, como o da Covid-19.
No dia 16 de maio, município gaúcho confirmou o primeiro foco de gripe aviária de alta patogenicidade, causado pelo vírus influenza A H5N1.
O risco de infecção humana é considerado baixo e não ocorre pelo consumo de carne ou ovos, mas sim por contato direto com aves doentes ou com ambientes contaminados.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que monitora todas as pessoas que podem ter sido expostas ao vírus por contato direto com aves infectadas, juntamente com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio Grande do Sul.
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