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Orengo: Projeto que isenta IR para quem ganha até R$ 5 mil deve ser votado pela Câmara

Colunista ressaltou a urgência do governo em votar o projeto devido à regra da anualidade, que exige a deliberação final ainda neste ano para que a mudança tributária entre em vigor em 2026

Por Redação

REDAÇÃO

29/09/2025 • 13:34 • Atualizado em 29/09/2025 • 13:34

A pauta de maior destaque na Câmara dos Deputados para esta semana é o projeto que visa à isenção do Imposto de Renda para aqueles que recebem até R$ 5 mil mensais, segundo o jornalista Rodrigo Orengo, colunista da BandNews FM. Para ele, esta proposta representa uma prioridade para o governo federal, com a expectativa de que o texto seja votado ainda na quarta-feira (1º), com o objetivo de finalizar a discussão na Câmara e encaminhá-la ao Senado.

O colunista ressaltou a urgência do governo em votar o projeto devido à regra da anualidade, que exige a deliberação final ainda neste ano para que a mudança tributária entre em vigor no próximo exercício.

Consoante o colunista, o ponto que ainda carece de definição é a forma de compensação fiscal para a frustração de receita, um montante que deve gerar uma perda de arrecadação estimada entre R$ 20 bilhões e R$ 25 bilhões.

O relator da proposta, no entanto, já sinalizou que o consenso é total para a isenção do imposto para quem ganha até R$ 5 mil e a isenção parcial para quem recebe perto de R$ 7 mil. Para o Executivo, a solução viria por meio de uma alíquota de até 10% para os contribuintes com rendimento superior a R$ 50 mil.

No entanto, segundo o jornalista, o relator sugeriu que uma taxa de 8% poderia ser suficiente, enquanto a oposição entende que aumentar tributos não é o caminho, devendo o governo focar em cortes de gastos.

PL da Dosimetria

Rodrigo Orengo também comentou sobre a anistia ampla , que, segundo o jornalista, perdeu força, e que deve ser substituída pelo projeto de dosimetria . Neste contexto, haverá um encontro importante entre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas , e o ex-presidente Jair Bolsonaro , autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, para avaliar a estratégia da campanha e discutir a dosimetria.

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