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Reinaldo: O general de Bolsonaro que planejava assassinatos sem querer

General da reserva Mário Fernandes foi secretário-adjunto da Secretaria Geral da Presidência e admitiu a autoria do plano Punhal Verde e Amarelo; ele prestou depoimento ao STF nesta quinta-feira (24)

Por Redação

REDAÇÃO

25/07/2025 • 10:58 • Atualizado em 25/07/2025 • 10:58

O general da reserva Mário Fernandes confirmou, em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (24), a autoria do plano Punhal Verde e Amarelo, que planejava a morte de Lula, Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes, mas ponderou que "não foi compartilhado com ninguém" e que se tratavam apenas de "pensamentos digitalizados".

O apresentador de'O É da Coisa'e colunista da BandNews FM analisou a fala de Mário Fernandes nesta sexta-feira (25).

"Em depoimento, ele disse que o documento não foi apresentado a ninguém. 'Eu garanto que esse arquivo é absolutamente descontextualizado', disse. Ele era o segundo homem da secretaria geral da Presidência da República, esse é um contexto", lembrou Reinaldo.

O colunista ainda destaca que pouco depois de imprimir o que o general da reserva chamou de "pensamento digitalizado", Mário Fernandes se encontrou com Jair Bolsonaro (PL) no Palácio do Alvorada.

"Mais um contexto? Vamos contextualizar: ele imprimiu o documento em 9 de novembro de 2022 no Palácio do Planalto e 40 minutos depois estava no Alvorada em reunião com Bolsonaro para falar sobre as estrelas talvez"

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