
Reinaldo Azevedo analisou, durante "O É da Coisa" desta quinta-feira (10), as repercussões das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil . O jornalista destaca a reação brasileira e afirma que "não há explicação" para a decisão americana, considerada um ataque à soberania do país.
Em entrevista à TV Record, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou sobre a taxação americana. Reinaldo enfatiza a resposta dada pelo presidente, classificando-a como serena e correta. "O Brasil é um país que não tem contencioso com ninguém. Aqui tudo se resolve numa conversa". O jornalista destaca ainda que Lula citou possíveis medidas como resposta, incluindo a eventual utilização da Lei da Reciprocidade, aprovada pelo Congresso.
O âncora também faz duras críticas ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por sua postura diante do embate. Após o anúncio de Trump, o ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) foi às redes sociais e tentou culpar Lula pelas tarifas impostas.
Nesta quinta, durante a entrega do primeiro trem da Linha 6-Laranja do Metrô, Tarcísio cobrou aquilo que o governo sempre fez: negociação e diplomacia . Reinaldo afirmou: "Que vergonha, governador! O senhor estava todo gaguejando, sem saber o que falar. 'O Brasil precisa negociar'. Não me diga"! O jornalista destaca ainda que Tarcísio preferiu criticar o governo federal em vez de repudiar claramente as ações de Trump.
O âncora repudiou a atuação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que diz que o fim das tarifas só será possível com a adoção de uma série de medidas, como a anistia para os condenados do 8 de janeiro e a punição a autoridades do Judiciário. "Não é aceitável que as coisas se deem deste modo; é chantagem”, afirmou.
Reinaldo enfatizou ainda que setores econômicos importantes, principalmente no agronegócio, já demonstram grande preocupação com as tarifas impostas.
O jornalista reforçou a importância de uma defesa firme e conjunta da soberania nacional por parte dos Três Poderes, destacando especificamente a necessidade de uma reação clara e contundente do Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de seu presidente, Luís Roberto Barroso.
*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br .
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