A nova rodada de projeções do Banco Central reduziu novamente a expectativa de crescimento da economia brasileira em 2027, para 1,5%. Para 2026, a previsão é de avanço de 1,2%, diante de sinais de perda de força da atividade e de maior preocupação com uma desaceleração mais intensa.
A inflação deve ficar em torno de 5% neste ano, acima da meta, e acelerar para 4,24% em 2027. A Selic, mesmo com previsão de queda, permanece em nível elevado, o que mantém a pressão sobre o crédito, o endividamento de famílias e empresas e o ritmo da economia.
Para a colunista Juliana Rosa, o cenário reforça a importância de uma agenda econômica clara na campanha eleitoral. A condução das contas públicas pelo próximo governo será decisiva para a confiança, o comportamento do dólar, a inflação e as perspectivas de crescimento a partir de 2027.
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