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Israel mata comandantes militares do Irã e regime dispara mísseis

Desde o início dos conflitos, Israel confirma 14 mortes, enquanto Teerã contabiliza 224 vítimas

RÁDIO BANDNEWS FM

15/06/2025 • 22:15 • Atualizado em 15/06/2025 • 22:15

Israel mata comandantes militares do Irã e regime dispara mísseis
Israel mata comandantes militares do Irã e regime dispara mísseis - Foto: Reprodução/Agência Brasil

Autoridades iranianas confirmaram neste domingo (15) que o chefe da inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica e o número dois da área foram mortos em ataques realizados por Israel. No quarto dia de hostilidades no Oriente Médio, infraestrutura militar e instalações do Ministério das Relações Exteriores do Irã foram bombardeados, enquanto o regime teocrático lançou mísseis contra Tel Aviv, Jerusalém e Haifa, a terceira mais populosa cidade israelense.

O Ministério da Saúde do Irã confirma 224 mortes desde sexta-feira (13), sendo que 90% seria de civis. Os israelenses contabilizam mais de 20 militares iranianos mortos, além de cientistas responsáveis pelo programa nuclear. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu usou as atividades atômicas como justificativa para iniciar o conflito.

Do lado israelense, são 14 mortes e mais de 200 feridos deste o início da operação militar. Neste domingo (15), mísseis iranianos atingiram prédios e provocaram incêndios em Israel. Sirenes soaram em diferentes áreas do território.

Enquanto isso, o Irã negou voltar a negociar um tratado sobre o programa nuclear com os Estados Unidos. Os negociadores iranianos alegam que só voltarão a conversar com os americanos quando não estiver sob ataque.

A Casa Branca nega participação nos ataques, mas reconheceu que conhecia os planos de Israel. O presidente Donald Trump disse que não se envolverá na guerra até ser atacado e disse que teria como acabar com a guerra no caso de um ataque iraniano.

Em Israel, o estado de emergência foi ampliado por mais 15 dias e as atividades não essenciais ficam suspensas até o dia 30 de junho. Com o espaço aéreo fechado, o governo tenta encontrar uma solução para repatriar cerca de 80 mil nacionais que estão fora do território.

Moradores de Tel Aviv afirmam ter recebido alertas já na madrugada de segunda-feira (16) para que permaneçam nos arredores de lugares seguros e que sigam as recomendações de segurança.

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