
Uma comitiva formada por 130 empresários brasileiros de diversos setores está em Washington para tentar reverter os efeitos do tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O grupo participou de reuniões na Câmara de Comércio americana e realizou encontros em um hotel próximo à Casa Branca, buscando formas de pressionar os dois governos a retomar o diálogo sobre o tema.
De acordo com os participantes, a percepção é de que a questão é eminentemente política e só poderá ser resolvida em negociações diretas entre os governos brasileiro e americano. Ainda assim, os empresários acreditam que a interlocução do setor privado pode ajudar a mostrar os prejuízos causados pelas tarifas, não apenas ao Brasil, mas também a setores da economia dos Estados Unidos.
Setores mais afetados
Entre os segmentos mais prejudicados pelas medidas estão o café e a carne. Os empresários ressaltam que os preços mais altos, consequência das tarifas adicionais, impactam tanto exportadores brasileiros quanto importadores e consumidores americanos. A estratégia, segundo eles, é demonstrar que a medida pode gerar desequilíbrios no mercado e reduzir a competitividade das empresas em ambos os países.
Agenda em Washington
Durante a passagem pela capital americana, a comitiva brasileira cumpriu uma série de compromissos. Nesta quarta (3), os encontros se concentraram na Câmara de Comércio dos Estados Unidos. Nesta quinta (4), novas reuniões foram realizadas com representantes de diferentes setores, em um esforço para ampliar a rede de apoio contra o tarifaço.
Apesar da mobilização, a avaliação é de que não haverá solução imediata. Os empresários reconhecem que o tema depende de tratativas diplomáticas mais amplas. A expectativa, no entanto, é que a pressão conjunta de empresas brasileiras e americanas, aliada ao diálogo político, leve a uma saída negociada no médio prazo.
Próximos passos
A comitiva retorna ao Brasil, mas os encontros em Washington abriram caminho para novas rodadas de conversas entre autoridades dos dois países. O setor privado aposta que, com a manutenção do diálogo, será possível construir um consenso que alivie os impactos do tarifaço sobre o comércio bilateral.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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