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Bergamo - Mauro Vieira rebate críticas sobre reunião dos Brics esvaziada: "Análise superficial"

Chanceler ressaltou à colunista que reunião do bloco econômico contou com a presença de 14 chefes de Estado e disse que Lula e Donald Trump, presidente dos EUA, não terão problemas caso se encontrem

Por Redação

REDAÇÃO

07/07/2025 • 11:45 • Atualizado em 07/07/2025 • 11:45

A colunista Mônica Bergamo, da BandNews FM , analisou durante a manhã desta segunda-feira (7) a realização da Cúpula do Brics, que ocorreu no último final de semana no Rio de Janeiro. No local esteve o chanceler brasileiro Mauro Vieira, que tem papel fundamental na organização do evento ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

óxima segunda-feira (7), o evento espera receber 14 chefes de Estado, apesar da ausência de líderes de peso como o chinês Xi Jinping e o russo Vladimir Putin.

Em entrevista recente, Mauro Vieira comentou sobre as críticas de que a Cúpula estaria esvaziada devido às ausências notáveis, e minimizou o não comparecimento no evento do presidente da China Xi Jinping e do presidente da Rússia Vladimir Putin.

"Essa análise é superficial," afirmou o chanceler, lembrando que “Trump precisou voltar a Washington no meio de uma reunião do G7, no Canadá, e ninguém lá falou em cúpula esvaziada”. Vieira destacou a relevância do Brics no cenário internacional, mencionando que o grupo representa "um grupo novo e poderoso" de nações que causa inquietação entre as potências ocidentais.

O chanceler também discutiu outros temas importantes, como a Inteligência Artificial e a diplomacia global. Ele especulou que, em um eventual encontro entre Lula e Donald Trump, ambos os líderes "vão se dar bem." Além disso, comparou as reações de líderes mundiais às críticas, dizendo que Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu reagem de maneiras distintas.

Um dos tópicos mais polêmicos abordados por Vieira foi a possível sanção do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, pelos Estados Unidos. Diante dessa hipótese, Vieira foi enfático: Brasil não deve "dar importância", mas sim "virar as costas e seguir".

Com tais declarações, o chanceler Mauro Vieira delineia uma postura firme do Brasil no cenário geopolítico, reforçando a importância do Brics e da soberania nacional em tempos de tensões internacionais.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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