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Bergamo: Antes de ir aos EUA, Preta Gil relatou medo, mas disse que sentia o amor dos amigos

Cantora e empresária morreu neste domingo (20) aos 50 anos; ela estava em Nova York, nos EUA, em um tratamento experimental para o câncer que enfrentava desde 2023

Por Redação

REDAÇÃO

21/07/2025 • 11:25 • Atualizado em 21/07/2025 • 11:25

A cantora e empresária Preta Gil, que morreu aos 50 anos neste domingo (20) , revelou em um vídeo, divulgado apenas para amigos íntimos, que estava com medo, mas sentia o amor que estava recebendo. A colunista da BandNews FM Mônica Bergamo teve acesso ao vídeo, gravado antes da cantora ir aos Estados Unidos para um tratamento experimental, e falou sobre a morte da artista nesta segunda-feira (21).

"Vi um vídeo que ela mandou para amigos, que a gente não vai divulgar porque ela não divulgou na época. Antes de ir aos EUA, ela enviou um vídeo para grupos restritos de amigos em que ela dizia estar morrendo de medo, mas que estava com coração transbordando de amor e que isso foi fundamental para que ela suportasse tudo", relatou Mônica.

A jornalista relembrou ainda que viu Preta Gil estreando como cantora em Salvador há cerca de 20 anos. Mônica participava do camarote Expresso 2222, em Salvador, quando Preta subiu no trio onde Gilberto Gil, seu pai, e Caetano Veloso, cantavam.

"Na época, questionavam se ela iria emplacar. E, décadas depois, não só emplacou como também disparou como um foguete, conquistou fãs, fez seu próprio trio elétrico que arrastava multidões, ergueu bandeiras e se impôs", disse Mônica.

Em uma entrevista à coluna da jornalista no jornalFolha de S.Paulo, Preta contou que uma das músicas favoritas dela e da família Gil era "Realce" , do álbum homônimo, de 1979.

Na época da entrevista, a cantora havia passado por sua primeira cirurgia após a descoberta do câncer no intestino e participou de um show da turnê 'Nós, A Gente', que reuniu a família Gil.

"Ela dizia sobre o tratamento: 'não reclamo de nada, tenho que ser grata, é algo para que melhore, sempre aceitei desde o dia 1, nunca me revoltei ou me deprimi'. Cada um tem o direito de ser do jeito que é. Preta lutou até o último segundo e recebeu o maior amor do mundo: da família e dos amigos", disse Mônica.

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