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Operação da Polícia destrói 300 mil garrafas e prende comerciante no PR

Ação conjunta em Curitiba e Região Metropolitana combate comércio irregular e risco de falsificação de bebidas importadas

Da redação com Marcel Mercúrio | Bora PR

DA REDAÇÃO COM MARCEL MERCÚRIO | BORA PR

08/10/2025 • 11:53 • Atualizado em 08/10/2025 • 11:53

A Polícia Civil do Paraná destruiu cerca de 300 mil garrafas de bebidas, a maioria importadas, durante uma operação realizada na manhã desta terça-feira (7), em Curitiba e Região Metropolitana. A ação teve como objetivo combater o comércio irregular de embalagens que poderiam abastecer a indústria de falsificações no país.

Coordenada pelo 13º Distrito Policial da Capital, a operação contou com apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde, do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Vigilância Sanitária de Curitiba e de delegacias de São José dos Pinhais e Araucária.

Números da operação

Mais de 65 mil garrafas de vodka destruídas

Mais de 50 mil garrafas de whisky destruídas

Mais de 5 mil garrafas de gin importado destruídas

100 litros de cachaça artesanal irregular descartados

71 garrafas diversas apreendidas

Um comerciante de 49 anos conduzido à delegacia

"“A ação teve por objetivo evitar o comércio clandestino dessas garrafas, que podem ser utilizadas por falsificadores para a comercialização de bebidas adulteradas, pondo em risco a saúde e a vida dos paranaenses e de todos os brasileiros”, afirmou o delegado Fabiano Oliveira, titular do 13º Distrito Policial."

Risco à saúde pública

Garrafas originais vazias são utilizadas por quadrilhas especializadas em adulteração para envasar produtos de baixa qualidade ou tóxicos, vendidos como bebidas legítimas. O consumo desses produtos pode causar intoxicações graves e até morte.

A Vigilância Sanitária interditou o local onde as garrafas eram lavadas, e um comerciante foi flagrado em São José dos Pinhais vendendo bebidas sem rótulo, com fracionamento e envasamento irregulares.

Análises e denúncias

As amostras apreendidas serão encaminhadas pelo MAPA ao laboratório da Universidade Federal do Paraná (UFPR) para análise. O comerciante detido responderá por crime contra o consumidor.

A Polícia Civil reforça que mantém ações permanentes de combate ao comércio irregular e pede que a população denuncie práticas suspeitas pelos números 190, 197 ou Disque 100.

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