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Tempestades deixam estragos e afetam mil casas em Santa Maria do Oeste

Cidades do Paraná registraram quedas de árvores, destelhamentos e famílias desalojadas; Defesa Civil e Bombeiros seguem mobilizados.

Da redação

DA REDAÇÃO

22/09/2025 • 21:34 • Atualizado em 22/09/2025 • 21:34

Vendaval em Santa Maria do Oeste atingiu mil casas e hospital municipal. Cascavel, Marechal Rondon e Ponta Grossa também registraram danos.
Vendaval em Santa Maria do Oeste atingiu mil casas e hospital municipal. Cascavel, Marechal Rondon e Ponta Grossa também registraram danos. - Foto: Foto: CBMPR

As fortes chuvas acompanhadas de ventos intensos que atingiram o Paraná no fim de semana e nesta segunda-feira (22) provocaram estragos em diversas regiões do Estado. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), as ocorrências envolveram quedas de árvores, destelhamentos de residências e desalojamento de famílias.

Em Santa Maria do Oeste, um vendaval atingiu cerca de mil residências e prédios públicos durante a madrugada, incluindo o hospital municipal, que passou a atender apenas casos de emergência. Duas pessoas tiveram ferimentos leves e foram encaminhadas ao hospital de Pitanga. Uma escola foi transformada em abrigo temporário para acolher famílias desalojadas.

Cascavel, Marechal Rondon e Ponta Grossa

Outras cidades também registraram prejuízos. Em Cascavel, Marechal Cândido Rondon e Ponta Grossa houve quedas de árvores em vias urbanas e rodovias, destelhamentos e danos a prédios públicos. Famílias foram realocadas temporariamente e receberam lonas para proteger seus bens. Não houve registro de vítimas graves.

Previsão do tempo

Segundo o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), a instabilidade deve diminuir na terça-feira (23) em boa parte do Estado. No entanto, novas pancadas de chuva são esperadas a partir de quinta-feira (25), principalmente na faixa Leste e no Litoral.

Recomendações da Defesa Civil

A Capitã do CBMPR, Luisiana Guimarães Cavalca, alerta para que a população siga as orientações de segurança. “É fundamental acompanhar os alertas e, em caso de orientação para deixar o local, não hesitar em sair imediatamente. Preparar uma mochila de emergência com documentos e itens essenciais também pode fazer a diferença em situações críticas”, afirma.

A recomendação é evitar estacionar veículos sob árvores, procurar abrigo em locais cobertos durante tempestades, estabelecer rotas de fuga e ficar atento a sinais de alagamentos e deslizamentos. Em casos de emergência, o contato deve ser feito pelo 193 (Bombeiros) ou diretamente com a Defesa Civil municipal.

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