
Eles estão desfilando e desafiando os peões no rodeio de Barretos e, após a final da maior competição do país, neste fim de semana, a lista dos touros mais temidos do Brasil pode até mudar. Até agora, o ranking nacional de touros de rodeio em 2026 é liderado pelo animal Delegado , da companhia RR, que acumula 136,00 pontos na pontuação geral das arenas brasileiras. A modalidade, que atrai multidões e movimenta o circuito nacional, destaca anualmente os animais mais difíceis de serem desafiados pelos competidores.
A disputa pela liderança da Confederação Nacional do Rodeio (CNAR) conta com estreita concorrência. Na segunda colocação do ranking técnico figura o animal Cobiçado, da companhia Tercio Miranda, somando 136,68 pontos em médias de avaliação técnica nas disputas oficiais.
Outros nomes chamam a atenção pelas estatísticas de dificuldade de montaria e premiações nas principais etapas do circuito. O animal Despacho , pertencente à companhia Paulo Emílio, registra 92,38 pontos, enquanto Canibal , da companhia TR Thiago Rochiti, pontua com 90,51 pontos. Os touros Reza a Lenda , Mickey Mouse e Mandrake Jr, da Cia Paulo Emílio, também estão na disputa.
O recorde histórico de valor de mercado
No quesito comercialização e valor de mercado nas arenas brasileiras, o touro Acesso Negado, também da companhia Tercio Miranda, mantém-se como referência máxima. O animal é amplamente documentado no setor como o mais caro já comercializado no mercado de rodeios nacional, sendo negociado pelo valor de R$ 1,87 milhão.
Especialistas do setor apontam que os valores de mercado e as transações de compra e venda dos touros de elite costumam ser mantidos sob sigilo contratual entre os criadores e as companhias de rodeio. Por essa razão, o mercado não dispõe de uma tabela pública atualizada com as cotações de todos os animais em atividade no circuito.
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